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Quais bairros de São Paulo têm mais pessoas estrangeiras?

Italianos na Mooca e japoneses na Liberdade já não são mais a maioria. Saiba onde os imigrantes estão e de onde eles vêm


Da Redação

Há 9 dias - 3 minutos de leitura


A região central da cidade é onde a imigração predominante fica por conta dos moradores vindos de Israel, Coreia do Sul, Grécia, Itália e Bolívia/ Foto: Getty Images
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Além de ser a cidade mais populosa do Brasil e de todo o hemisfério sul do planeta, São Paulo é o principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, o que, por si só, já é um grande atrativo para estrangeiros.


No entanto, essa cultura de imigração para a capital paulista se iniciou logo nos primeiros anos de colonização quando, além dos portugueses, chegaram muitas famílias oriundas de diversos países na Europa.

É amplamente conhecido na cultura paulistana que alguns bairros sejam famosos por essa imigração mais antiga. As associações mais comuns são dos imigrantes italianos nos arredores do Brás, Mooca e Belenzinho, dos japoneses na Liberdade, além da comunidade judaica no distrito de Higienópolis.

Mudança no perfil de estrangeiros

No entanto, sobretudo nas últimas décadas, a quantidade e a origem dos estrangeiros já mudaram muito. Segundo dados da Polícia Federal e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), em 2019 a população boliviana vivendo na cidade era a maior entre os estrangeiros, superando os portugueses. Outro dado relevante se refere aos imigrantes vindos da Ásia, já que os chineses ultrapassaram a população de japoneses.

Agora, ciente que grande parte desta colonização já se enraizou, miscigenou e criou raízes em São Paulo, a dúvida que muitos paulistanos têm é: atualmente, quais os locais da capital paulista com o maior número de estrangeiros?

Bairros mais ocupados por estrangeiros

De acordo com a Polícia Federal e a SMDHC, atualmente, o território com maior número de estrangeiros é o Bom Retiro, na região central da cidade, onde a imigração predominante fica por conta dos moradores vindos de Israel, Coreia do Sul, Grécia, Itália e Bolívia, mas também conta com nascidos na Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai, Venezuela, Armênia, Síria e Líbano.

Já os estrangeiros que migram para capital com a intenção de investir em comércios se concentram no distrito do Brás, que é classificado como a segunda localidade com o maior número de imigrantes de São Paulo. Os principais países de origem dos residentes na região são China, Índia, Itália, Argentina, Colômbia, Peru, Grécia, Equador, Angola, Síria, Bolívia, Paraguai e Armênia.

Outro perfil interessante são os estrangeiros que estão em São Paulo enviados por empresas multinacionais. Estes normalmente se concentram na região atendida pela subprefeitura de Pinheiros, ou seja, nos bairros de Pinheiros, Alto de Pinheiros, Itaim Bibi e Jardim Paulista. Eles são oriundos da Argentina, Chile, Uruguai, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Inglaterra, Itália, Suíça, Portugal, Países Baixos, Suécia e Israel.

Imigração heterogênea

É importante se atentar que o tipo de imigrantes em São Paulo é muito dinâmico, já que a mudança de país se deve por uma série de questões distintas, mas relacionadas, principalmente, à expectativa de oportunidades de emprego e de negócios presentes na capital.

Outro ponto importante de se observar é que grande parte dessa miscigenação cultural não ocorre de fato, uma vez que se criam redutos de moradia, onde pessoas de mesma origem possuem um círculo de convivência muito fechado, devido a questões adaptativas.

Prova disto é que a população mais numerosa da capital paulista, os bolivianos, se concentram apenas em 13 bairros, enquanto os oriundos da Alemanha, que nem sequer figuram entre os dez primeiros, ocupam 33 distritos.

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