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7 curiosidades históricas sobre bairros de São Paulo

Os 96 distritos paulistanos são repletos de histórias e curiosidades: foram palco de tourada, estão dentro de crateras de meteoros e muito mais


Da Redação

04/12/2020 - 3 minutos de leitura


A Avenida Paulista é tem quase três km de extensão e passa por seis bairros diferentes da cidade/ Foto: Getty Images
Conferência P3C conta com Pau...

23/10/2021 11:00 até 24/10/2021 23:00


Cidade mais populosa do País, São Paulo ultrapassa os 12 milhões de habitantes, conforme estimativa da população divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse enorme contingente de paulistanos vive em 96 distritos, que dividem um total de 1.521 quilômetros quadrados (km²) – e alguns deles têm histórias interessantíssimas. Confira.

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1 – Praça da República

Para quem frequenta a Praça da República é difícil imaginar que há pouco mais de 100 anos a área servia de palco para um outro tipo de atividade: as touradas.

A primeira tourada em São Paulo aconteceu quase dois séculos atrás, em 1832. Na época, o evento foi uma comemoração pela inauguração do Hospital de Alienados – destinado a doentes mentais – na esquina da rua Aurora com rua de São João (hoje avenida São João). Era o período imperial brasileiro e a Praça da República tinha um nome bem diferente: Largo dos Curros.

As touradas foram proibidas mais ou menos na mesma época da inauguração do Viaduto do Chá, em 1892. Esta grande área que compreende a Praça da República e o Viaduto do Chá passou a ser chamada de centro novo e começou a se desenvolver e ser urbanizada.

2 – Avenida Paulista

A Avenida Paulista é, via de regra, o cartão-postal de São Paulo. Ela tem quase três quilômetro (km) de extensão – e passa por seis bairros diferentes da cidade.

Ela já teve outro nome. No ano de 1927, o então governador de São Paulo, Caros de Campos, morreu ainda no exercício do cargo. Como forma de homenagem, alterou-se o nome da Avenida Paulista para o do falecido governador. A mudança não caiu no gosto dos paulistanos, e logo no início de 1930 tudo voltou ao normal.

3 – Vila Mariana

O Instituto Biológico cultiva desde 1950 uma plantação de café que, hoje, é o maior cafezal em uma área urbana no Estado de São Paulo. A plantação tem a finalidade de servir à pesquisa científica e preservar a memória histórica da instituição.

O cafezal ocupa uma área aproximada de 10.000 m² e possui 1.536 pés de café das variedades Mundo Novo e Catuaí. Atualmente, seu propósito maior é didático, histórico e cultural, destinando-se às pessoas que desejam conhecer uma plantação de café, sua história e outras particularidades, além dos princípios das boas práticas agrícolas.

4 Parelheiros

No distrito de Parelheiros há uma cratera 3,6 km de diâmetro por 300 metros de profundidade e uma borda soerguida de 120 metros. Sua formação se deu após uma colisão de meteoritos há milhões de anos e, hoje, serve como moradia para diversos paulistanos.

Desde então, ela foi sendo preenchida com sedimentos e restos de vegetação, que constituem um verdadeiro arquivo das mudanças climáticas da região e do planeta. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) estão perfurando e investigando o solo da região, que pode explicar alterações terrestres ocorridas no último 1 milhão de anos.

5 – Bom Retiro

São Paulo é o único lugar do mundo que conta com um ginásio exclusivo para sumô fora do Japão. O ginásio Mie Nishi fica no Bom Retiro, na região central, junto à Marginal Tietê, dentro do Centro de Esportes Radicais, e recebe os atletas desde 1980.

O sumô amador é praticado em todo mundo, mas o profissional só é regulamentado dentro do território japonês. Lá, o sumô tem categorias por peso e mulheres também podem lutar. Os lutadores são treinados apenas por ex-atletas e autorizados por uma associação.

6 – Luz

Em 1932, durante a revolução, o Mercado Municipal de São Paulo foi o local escolhido para os treinamentos de tiro ao alvo. Após o término das batalhas, o espaço teve que passar por dois meses de reformas, sendo inaugurado como mercadão em 1933.

Atualmente, o Mercadão possui 275 boxes – todos ocupados – e recebe aproximadamente 14 mil visitantes por dia. Diariamente, são comercializadas 350

toneladas de alimentos, entre atacado e varejo.

7 – Cambuci

No bairro do Cambuci, existe uma padaria que é especializada em criar pratos para bichos de estimação: a The Dog Bakery. Inclusive, um dos mais procurados é um bolo em formato de um osso, que faz a alegria da cachorrada. O espaço oferece alimentação natural, funcional e saudável para cães e tem serviço de delivery – bom para quem não pode ir até o Cambuci.

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