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Por que é uma boa hora para pensar em imóveis nos Estados Unidos?

André Duek é empreendedor serial e tem negócios no mercado de real estate, com o Duek Lara Group by ONE Sotheby's International Realty

Por:André Duek 14/10/2023 2 minutos de leitura
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"Setor vive momento de estabilidade, impulsionado por fatores de ordem macroeconômica", afirma André/ Crédito: Getty Images

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Para os investidores que gostam de ter uma parte do portfólio focado em imóveis, o mercado de real estate traz boas notícias. Vive atualmente um momento de estabilidade, impulsionado por fatores de ordem macroeconômica. A começar pelo fortalecimento do dólar perante outras moedas estrangeiras, a possibilidade de interrupção das sucessivas altas nos juros pelo FED, de acordo com sinalizações do Federal Reserve, entre outros.

Eu explico os motivos: quando a moeda americana está mais forte, as oportunidades de bons investimentos em imóveis nos Estados Unidos ganham força. Além disso, com o iminente afrouxamento da política monetária – decorrente da queda na taxa de juros –, o consumo volta a ficar aquecido. Soma-se a isso ao fato de que os preços de casas e apartamentos no país viveram um ciclo de alta e baixa nos últimos anos, e agora segue com situações mais estáveis, o que aguça o apetite de muita gente em busca dessas aquisições para diversificação de portfólio.

Em Miami, o mercado de real estate segue exatamente einvesssa movimentação do setor. De acordo com dados do relatório Trends by ONE Sotheby ‘s International Realty, houve um aumento de 17% no número de apartamentos de luxo vendidos no último trimestre deste ano na comparação anual. Também no mesmo período de análise, a média de preços subiu 8%. Já em relação à venda de casas de alto padrão, o volume de vendas se manteve no patamar, enquanto a média de preços aumentou 12%.

Outro aspecto que abre um bom horizonte de investimentos no setor imobiliário americano está ligado ao entretenimento. Temos a edição 2026 da Copa do Mundo de Futebol da FIFA com sede nos Estados Unidos, assim como a Fórmula 1 com contrato assinado com a cidade, com duração de 10 anos, além da realização da maior semana de Arte do mundo em dezembro, a Art Basel e o “efeito Messi”, que impulsiona o aumento das receitas com o futebol. Fora isso, ainda há eventos tradicionais como shows globais, o Miami Open de Tênis – segundo maior torneio do esporte no país –, o Super Bowl, que aconteceu recentemente, entre outros.

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E Miami atrai cada dia mais um grande volume de turistas, que estão abrindo mão de ficar em hotéis 4 ou 5 estrelas, com diárias acima US$ 1.000, para ficar em apartamentos de temporada, o que, em alguns modelos de negócios, pode entregar uma receita líquida para o investidor entre 6% e 7% ao ano.

Para quem está com o capital na mão para investir, chegou a hora de olhar atentamente para as oportunidades, que também podem ser aproveitadas por quem pretende fazer a vida por aqui, em uma região que convive com uma baixa taxa de desemprego além da chegada de novas companhias das áreas de finanças, tecnologia, inovação e logística. 

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