Aluguel

Imposto do Aluguel: IGP-M desacelera a 1,41% em abril e acumula alta de 6,98% em 2022

Inflação acumulada em 12 meses pelo IGP-M arrefeceu a 14,66% em abril

Por: Cícero Cotrim e Guilherme Bianchini, O Estado de S.Paulo 28/04/2022 1 minuto de leitura
Na imagem existem cédulas de vinte reais, dois e cinco reais, moedas de um real que ilustram pagamento de impostos
Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga todos os meses a atualização do IGP-M/ Crédito: Getty Images

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O Índice Geral de Preços – Mercado IGP-M o temido imposto do aluguel desacelera a 1,41% em abril, de 1,74% em março, informou nesta quinta-feira, 28, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou perto do piso da pesquisa Estadão/Broadcast, de 1,45%, e inferior à mediana do levantamento (1,70%). O teto era de 2,48%.

Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses pelo IGP-M, imposto do aluguel, arrefeceu a 14,66% em abril, de 14,77% em março. A taxa efetiva ficou aquém da estimativa intermediária da pesquisa, de 15%, mas dentro do intervalo das projeções (14,25% a 15,87%). O IGP-M desacelera, mas acumula alta de 6,98% em 2022.

IPA-M

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) puxou o alívio do IGP-M, ao desacelerar de 2,07% em março para 1,45% em abril. O indicador de custos no atacado acumula alta de 16,09% em 12 meses e de 8,42% em 2022.

Em contrapartida, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) acelerou de 0,86% para 1,53% no período. O indicador sobe 10,37% em 12 meses e 3,18% no ano. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) avançou de 0,73% para 0,87% e sobe 11,54% em 12 meses e 2,74% em 2022.

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IGP-M é a sigla para Índice Geral de Preços do Mercado. Mensalmente, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE-FGV) mapeia e apresenta informações desse indicador. 

Para acompanhar a avaliação do índice, basta acessar o site da instituição, mas, antes, entenda o que é o IGP-M e qual é sua importância na economia.

IGP-M: o que é e qual é sua importância?

O Índice Geral de Preços do Mercado foi criado no fim da década de 1940 e, desde então, mapeia a movimentação de preços em diferentes setores. Serve de base para reajustes tarifários de energia elétrica, planos de saúde, mensalidades escolares e, principalmente, aluguéis de imóveis residenciais e comerciais.

O IGP-M deve ser monitorado tanto por quem atua na indústria quanto por investidores que precisam ficar atentos a não perder ativos em curto, médio e longo prazos.

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Este conteúdo foi originalmente publicado em:
https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,igpm-abril,70004050845 

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