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Resid estreia com aposta de R$ 1 bi em ‘segunda casa’ compartilhada

Os empreendimentos serão construídos do zero (as cidades ainda não foram divulgadas) e serão operados por bandeiras hoteleiras. Já há negociações fechadas com um grupo nacional do setor

Por: Gabriel Baldocchi, O Estadão de S.Paulo 12/05/2022 2 minutos de leitura
Na imagem vemos imóevis de luxo com piscina de frente para um lago
A expectativa é alcançar um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 6 bilhões até 2024/Crédito: Getty Images

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Executivos do mercado de turismo se uniram para levar o conceito de posse compartilhada a quem busca destinos de luxo para férias e quer fugir da manutenção do segundo imóvel. A Resid estreia no mercado brasileiro inspirada no modelo dos EUA, onde a categoria é explorada por gigantes hoteleiras. 

A previsão é investir R$ 1 bilhão no lançamento de 12 projetos nos próximos cinco anos, junto da Resid. A expectativa é alcançar um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 6 bilhões até 2024.

A modalidade compartilhada dá ao proprietário direito de usufruir do imóvel por um período. Assim, é possível ampliar o acesso a residências de altíssimo padrão – uma casa de R$ 9 milhões teria frações em torno de R$ 180 mil, exemplifica a empresa. 

O grupo estima que 5 milhões de pessoas se enquadrem no perfil de renda com condições de consumir a posse compartilhada no Brasil. Também constatou que os imóveis de temporada só são usados por seus donos por 90 dias ao ano.

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Empreendimentos serão construídos do zero

Os empreendimentos serão construídos do zero (as cidades ainda não foram divulgadas) e serão operados por bandeiras hoteleiras. Já há negociações fechadas com um grupo nacional do setor. No exterior, redes como Ritz-Carlton e Four Seasons já operam no segmento conhecido como Clubes de Residências Privadas. 

A categoria oferece serviços equivalentes aos de um hotel e ganhou força na pandemia graças ao trabalho remoto.

Além de investidores estratégicos (os nomes não foram revelados) e capital próprio dos sócios, a empresa também pretende e ir a mercado para captar recursos voltados ao projeto. O principal instrumento deve ser o Certificado de Recebíveis Imobiliário (CRI).

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Três fundadores estão por trás da iniciativa: Francisco Costa Neto, ex-CEO do Grupo Aviva, dona do Rio Quente e do Costa do Sauípe, Paulo Henrique Barbosa, investidor do Grupo Lagoa Quente, além de Rafael Caiado, com experiência no mercado imobiliário.

O Broadcast+ é uma plataforma líder no mercado financeiro com notícias e cotações em tempo real, além de análises e outras funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão.

Este texto foi publicado no Broadcast: https://economia.estadao.com.br/blogs/coluna-do-broad/estreia-com-aposta-de-r-1-bi-em-segunda-casa-compartilhada/

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