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Top Imobiliário 2021: Marca de luxo eleva em 160% projetos de moradia popular

Cyrela destaca segmento de baixa renda, cujos lançamentos subiram de R$ 783 milhões para R$ 2 bilhões


Heraldo Vaz, especial para O Estado de S.Paulo

25/06/2021 - 4 minutos de leitura


Categoria econômica tem forte demanda/ Crédito: Getty Images
Expoimóvel Summit oferece opo...

04/08/2021 11:00 até 07/08/2021 21:00


Tradicional construtora de imóveis de alto padrão, a Cyrela dividiu sua carteira de lançamentos com a produção de moradia popular, da marca Vivaz, que atua no segmento de baixa renda. A maioria (51%) dos empreendimentos lançados em 2020, ano base do Top Imobiliário, foi destinada ao programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV) e à sua nova versão, o Casa Verde e Amarela (CVA), a partir de setembro.


Com assinatura da administração da Cyrela, os balanços operacionais apontaram “o segmento MCMV como o principal destaque”, tanto no primeiro como no segundo trimestre do ano passado, marcado pela pandemia e por impactos na economia, “provando a resiliência do segmento de baixa renda durante períodos de crises”, segundo o texto.

Ao fechar 2020, os lançamentos de habitação popular cravaram um salto de 160%, saindo de valor total de R$ 783 milhões em 2019 para R$ 2,04 bilhões. No ano passado, a Vivaz estampou sua marca em 30 projetos, com 10,5 mil unidades residenciais. Na média, cada uma saiu por R$ 200 mil.

A Cyrela apostou no crescimento do segmento. “Temos uma resposta muito boa do mercado”, diz o diretor financeiro da Cyrela, Miguel Mickelberg. “O crescimento é reflexo do planejamento que fizemos.” 

Os apartamentos da Vivaz, lançados em 2020, custam, no mínimo, R$ 149 mil até o máximo de R$ 320 mil, com opção de um dormitório (24 m² de área útil) ou dois quartos (de 34 m² a 42 m²). Mickelberg aponta como os diferenciais do seu produto : “Preços competitivos, localizações estratégicas na cidade e áreas comuns decoradas”.

Custos

A categoria econômica tem uma demanda extremamente forte. “São famílias buscando adquirir o seu primeiro imóvel”, diz ele, contrapondo a crescente inflação nos insumos e materiais de construção. “A pressão dos custos é um dos principais desafios.”

Mickelberg acrescenta que isso afeta a produção de qualquer tipo de imóvel, ao ser questionado sobre o aumento de custos nas planilhas das suas três marcas: Cyrela, para o alto padrão, Living, para o médio, e Vivaz. “No segmento econômico, há um desafio adicional”, declara o diretor. É o teto de R$ 240 mil, como limite de preço, no caso do programa federal de moradias populares.

No total, foram lançados 58 empreendimentos pela Cyrela em 2020, que alcançaram valor geral de vendas (VGV) de R$ 5,8 bilhões, com aumento de 34% ante o resultado obtido no ano anterior. O segmento de baixa renda respondeu por 35%, enquanto os produtos de alto padrão ficaram com uma parcela maior (47%) do VGV.

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Bicampeã

No 28.º Top Imobiliário, a Cyrela foi bicampeã na categoria Incorporadoras, com 6,8 mil imóveis novos e VGV lançado de R$ 3,1 bilhões em São Paulo, de acordo com os dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Na apresentação dos resultados operacionais do terceiro trimestre de 2020, a Cyrela destacou os lançamentos do Vivaz Lapa, com dois dormitórios, a partir de R$ 246 mil, para famílias com renda de R$ 2.500, e de um empreendimento de luxo, o Cyrela On The Parc by Yoo, com preço médio de R$ 21 mil por m².

Com projeto de decoração estúdio britânico Yoo, de Philippe Starck, uma grife de projetos imobiliários, o Cyrela On The Parc, será construído na Vila Clementino, zona sul de São Paulo. Terá apartamentos de 230 m² – a partir de R$ 4,8 milhões – e de 307 m² – na faixa de R$ 6,5 milhões, além das coberturas de 411 m² e 482 m². A mais cara sai por R$ 11 milhões. 

Serão duas torres, cada uma com 28 apartamentos. “O Cyrela On The Parc by Yoo foi um dos lançamentos mais icônicos de 2020, registrando 100% das vendas no período de pré-venda”, diz Mickelberg.

Os produtos de médio padrão da Living registraram a menor parcela dos lançamentos, caindo de R$ 1,3 bilhão em 2019 para R$ 1,06 bilhão no ano passado. Questionado sobre essa queda da 18% no período, Mickelberg disse que “o pipeline de lançamentos por segmento pode variar a cada ano, de acordo com a disponibilidade de terrenos que temos para cada linha”.

Vendas

Em 2020, as vendas de 11 mil unidades residenciais atingiram R$ 4,9 bilhões, um aumento de 7% em relação ao ano anterior. Cerca de metade do VGV veio da comercialização de apartamentos de alto padrão, com R$ 2,4 bilhões.

No primeiro trimestre deste ano, a Cyrela lançou seis empreendimentos. Somente um em São Paulo. Trata-se d o Isla by Cyrela (fase 2), de alto padrão, com 110 apartamentos e VGV de R$ 118 milhões. No caso das vendas, a companhia recebeu R$ 1 bilhão, valor 22% superior ao do primeiro trimestre de 2019.

Conteúdo originalmente publicado em https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,top-imobiliario-2021-marca-de-luxo-eleva-em-160-projetos-de-moradia-popular,70003756734

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