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Saiba como escolher as melhores tintas para a área externa

Preparar a superfície, considerar o acabamento, observar os materiais e, finalmente, pintar: conheça o passo a passo


Da Redação

16/06/2021 - 3 minutos de leitura


Variar cores ajuda a destacar os contornos e dá a sensação de definição da moldura/ Crédito: Getty Images

O branco clássico, que vai com tudo, ou aquele rosa exuberante? A cor é gosto do freguês, mas a pintura da área externa exige preparo da estrutura e da superfície, além de algumas considerações técnicas que influenciam na escolha da fórmula da tinta. Se você está sonhando em resolver a questão com as próprias mãos, aqui vão três dicas para garantir o sucesso: considere o acabamento, evite usar uma cor só e tenha cuidado com os excessos.


O engenheiro civil André Goussakoff, fundador da White Engenharia, afirma que a escolha começa pelo objetivo final. “Propriedades do acabamento definem como o material atua. Por exemplo, a cobertura acetinada pode facilitar a limpeza, mas o fosco não, por causa da camada fina de impermeabilização”, explica. “Há também linhas de tinta acrílica para áreas úmidas (banheiros e cozinhas), chamadas de ‘antimofo’, que são boas para as áreas externas”, completa.

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No entanto, a tinta é apenas a última camada. A resistência às intempéries do clima, como alto aquecimento pelo sol ou chuvas fortes, deve-se em grande parte ao trabalho anterior. A durabilidade da superfície deve ser observada na etapa estrutural, trabalhada com massa acrílica ou texturas que antecedem a pintura. “Não adianta aplicar uma tinta acrílica super lavável em uma área externa se a massa abaixo não for acrílica também, estiver em más condições ou com umidade”, explica o engenheiro.

É preciso notar que materiais como madeira e metal não recebem bem as tintas acrílicas e devem ser coloridas com esmaltes, que são líquidos mais espessos. Para isso, é preciso regularizar a superfície, lixar e aplicar os chamados primers ou fundos preparadores. Se a fachada for no litoral e convive com a umidade da maresia além da incidência de chuvas, considere as tintas epóxis, capazes de oferecer cobertura total até de azulejos.

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E, já que a etapa de preparação é imprescindível, pense com carinho nas texturas: massas acrílicas podem conferir à superfície um visual específico, com rugosidades, padrões geométricos, abstratos ou pontas. “A grande propriedade das texturas é que elas disfarçam muito bem o acúmulo de sujeira que se deposita pela exposição ao tempo, além de manchas de chuva e outras questões”, comenta André.

André Goussakoff: crie contrastes com portas, beirais e janelas ou mescle tons diferentes da mesma cor/ Foto: arquivo pessoal

Uma escolha pessoal – mas com técnica

Tratamento inicial feito, hora de escolher as cores. O mais importante sobre a pintura é a análise dos materiais que serão pintados, para que seu trabalho tenha durabilidade. “Eu gosto de cores escuras no quintal e jardim, com textura – pela questão da praticidade – e um projeto de iluminação. É um contraste legal com as paredes mais claras, internas da casa.”

Goussakoff recomenda ainda cores profundas, como chumbo, não apenas para a área externa, mas para ambientes onde convém luminosidade baixa, como uma sala de TV, por exemplo. Nos jardins e quintais, considere harmonizar a coloração de muros e paredes com outros elementos, como grama, seixos, pedrinhas pequenas misturadas com pedras maiores e vasos de plantas.

Ainda que você seja fascinado por cores marcantes e chamativas, procure favorecer a sensação de equilíbrio na fachada contrapondo cores intensas com as neutras. “Crie contrastes com portas, beirais e janelas ou mescle tons diferentes da mesma cor. Contrastes ajudam a destacar os contornos e dão a sensação de definição da moldura”, finaliza o profissional.

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