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Mais de 180 mil imóveis foram negociados em São Paulo em 2023

Levantamento mostra que números da cidade contrastam com restante do Estado

Por: Redação, Estadão Imóveis 12/03/2024 1 minuto de leitura
Apartamentos lideram transações no Estado, seguidos por terrenos e prédios residenciais/ Crédito: Joa Souza/AdobeStock

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Em 2023, o número de transações de imóveis na cidade de São Paulo registrou uma alta de 2,7% em comparação ao ano anterior. Com 186.145 imóveis transacionados, a capital paulista superou os 181.335 imóveis negociados em 2022 e chegou ao segundo melhor índice da série histórica apurada pelo Registro de Imóveis do Brasil (RIB), iniciada em 2012.

De acordo com relatório do RIB, apenas 2021 registrou mais negócios imobiliários que o ano passado, com 192.725 transações. Em contrapartida, todo o estado registrou 781.341 movimentações de compra e venda durante 2023. O número representa o terceiro melhor resultado da série histórica, mas uma queda de 1,1% em relação ao ano anterior.

O dado é sustentado pelo desempenho negativo observado em 14 das 15 mesorregiões.

Araçatuba (-10,0%); Macro Metropolitana Paulista (-9,5%); Presidente Prudente (-8,6%); Ribeirão Preto (-8,6%); Campinas (-7,3%); Araraquara (-6,9%); Vale do Paraíba Paulista (-6,1%); São José do Rio Preto (- 6,0%); Itapetininga (-5,2%); Assis (-3,5%); Bauru (-2,3%); Metropolitana de São Paulo (-1,1%); Marília (-0,7%); e Litoral Sul Paulista (-0,2%) registraram quedas em 2023. 

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A única região que apresentou alta foi Piracicaba, com crescimento de 6,6%. Além disso, dos quase 800 mil imóveis vendidos no estado, a maior parte foi de apartamentos (34,2%). Em seguida, aparecem terrenos (29,2%), prédios residenciais (12,2%) e só então casas (9,7%). A lista se completa com fazendas (2,4%), salas comerciais (1,2%), prédios comerciais (0,5%), lojas (0,2%), galpões (0,1%), e outros (10,3%).

O estudo também destacou dados de alienação fiduciária realizadas no estado durante o período. Foram registrados 207.204 processos, o que significa uma pequena variação negativa de 0,01%. Já as execuções extrajudiciais iniciadas alcançaram um aumento de 26,7%, com 25.728 registros.

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