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Investimento alavancado em imóveis, chegou o momento de aplicar?

Estudo da Apê11, empresa do Santander, comparou o rendimento de um um imóvel com títulos da renda fixa

Por: Luíza Lanza, E-investidor 19/07/2022 2 minutos de leitura
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Cálculo feito pelo Apê11, em um financiamento de 20 anos de duração e uma entrada de 20% do valor do imóvel, o investidor poderia usar o rendimento do aluguel para cobrir a amortização de 4% ao ano do empréstimo/ Crédito: Getty Images

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Um estudo feito pela Apê11, o balcão digital de negócios imobiliários do Santander, identificou uma oportunidade para investimento alavancado em imóveis residenciais, com rendimento acima de alguns títulos de renda fixa de baixo risco.

“A prática de investimento alavancado no mercado imobiliário é muito comum em países como os Estados Unidos. Nela, o investidor usa uma parte importante de capital de terceiros para adquirir os imóveis, gerando potencialmente renda de aluguéis e ganho de capital”, afirma Leonardo Azevedo, CEO e co-fundador da Apê11. “Aqui no Brasil, isso ainda é incomum porque geralmente não se encontra uma janela favorável no mercado financeiro”, pontua.

No entanto, na visão da Apê11, essa janela favorável chegou. Uma simulação feita pela empresa na segunda-feira (17) no site do Tesouro Direto mostrou a disponibilidade de títulos pré-fixados com prazo para 2033 a uma taxa bruta de 13,33% ao ano e rentabilidade líquida de 10,98% ao ano. Em comparação, um financiamento imobiliário para um cliente de 36 anos feito com a Apê11 na mesma data, 20 anos de duração, aponta para um custo efetivo total anual de 10,42% mais a Taxa Referencial (TR).

Segundo o estudo, uma oportunidade singular para a realidade brasileira: a possibilidade de travar, por um longo período, um spread favorável ao investidor entre uma aplicação financeira de baixo risco versus o crédito para a aquisição de imóvel.

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Pelo cálculo feito pelo Apê11, em um financiamento de 20 anos de duração e uma entrada de 20% do valor do imóvel, o investidor poderia usar o rendimento do aluguel para cobrir a amortização de 4% ao ano do empréstimo. Adicionalmente, o investidor teria quase 11 anos de proteção contra variações no custo de crédito e na inflação, considerando o ganho de capital a partir da valorização do imóvel. Além da renda proporcionada pelos aluguéis.

Na balança de riscos, é preciso considerar a vacância do imóvel ou fatores externos que podem levar a uma desvalorização. “Investir em regiões bem servidas pelo transporte público, em particular pelo metrô, além de tipologias que mantêm alta demanda constantemente, como imóveis de dois e três dormitórios. Esses elementos aumentam bastante a segurança do investidor”, ressalta Azevedo.

Nota originalmente publicada em:
https://einvestidor.estadao.com.br/investimentos/ape11-investimento-imobiliario/ 

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