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Absorção bruta de escritórios em São Paulo cai 6,6% no primeiro trimestre

Segundo Secovi-SP, entretanto, setor apresenta avanço de 24,1% nos últimos 12 meses

Por: Redação, Estadão Imóveis 18/04/2024 1 minuto de leitura
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Edifícios corporativos classificados como Triple A tem aluguel do metro quadrado avaliado em R$ 165/ Crédito: ByDroneVideos/AdobeStock

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A absorção bruta de escritórios caiu 6,6% no primeiro trimestre de 2024 em comparação ao primeiro trimestre do ano passado, de acordo com a Pesquisa e Análise do Mercado de Locação de Escritórios, realizada pelo Secovi-SP em parceria com a CBRE. Ao todo, 158 mil m² foram absorvidos durante o período. 

Considerando os últimos 12 meses, no entanto, as novas locações atingiram volume de 834 mil metros quadrados absorvidos, um avanço de 24,1% em relação ao período anterior. 

O estudo analisou 8,7 milhões de m² de área locável na capital paulista em edifícios classificados como de alto padrão e mostra que, em contraste com mercado geral, as áreas mais importantes da cidade registraram um aumento de 20% na absorção bruta nos primeiros três meses de 2024, quando comparados ao mesmo período de 2023. 

+ Ocupação de escritórios em São Paulo aumenta 39,4% em um ano

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“Aqui entram as principais concentrações de escritórios da cidade, incluindo as regiões da Avenida Paulista, Jardins e parte da Marginal Pinheiros, como Cidade Jardim, Vila Olímpia, Berrini e Chucri Zaidan”, contextualiza Cristian Baptista, diretor de Locação Corporativa do Secovi-SP.  

A taxa de vacância também caiu 0,7 pontos percentuais nos últimos 12 meses, estimulada pela redução no volume de entrega de novos edifícios. “O primeiro trimestre de 2024 encerrou com um volume de quase 30 mil m² adicionados, o que se compara aos mais de 105 mil m² entregues no 1º trimestre de 2024”, explica o executivo.

Preço de locação

Segundo o relatório da Secovi-SP, o custo para locação para escritórios classificados como Classe A/A também iniciou 2024 em alta. O preço médio para alugar estes imóveis é R$ 165 por m² no mês.

O resultado é alavancado pelas regiões dos Jardins e da Marginal Pinheiros, que voltaram a registrar recuo na oferta de espaços triple A disponíveis, o que influenciou no aumento médio dos preços pedidos nesses locais. “Esse foi o maior volume de locações do primeiro trimestre de um ano desde 2017, celebra Cristian.

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