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Entenda o financiamento imobiliário do Bradesco

Tarifa do banco parte de 7,30%, tem prazo de até 360 meses e permite a utilização do FGTS


Da Redação

31/05/2020 - 3 minutos de leitura


Bradesco desembolsou R$ 17,8 bilhões para concessão, liderando o levantamento entre as instituições financeiras privadas do mercado no ano passado/ Foto: Envato

Cada instituição bancária define sua linha de financiamento imobiliário, o máximo financiável, a taxa de juros e o prazo para o pagamento. Cabe ao comprador definir qual condição é a melhor para o seu bolso. Na prática, os encargos cobrados pelas instituições variam de 4,5% a 14% ao ano, sendo que as tarifas mais baixas correspondem a programas habitacionais subsidiados pelo governo, como o Minha Casa Minha Vida. O custo da taxa de juros do Bradesco parte de 7,30%, o menor entre as instituições privadas.


Por conta disso, segundo o ranking da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), até o mês de dezembro de 2019, entre aquisição e construção, o Bradesco desembolsou R$ 17,8 bilhões para concessão, liderando o levantamento entre as instituições financeiras privadas do mercado no ano passado. O posto de primeiro lugar é da Caixa Econômica Federal, considerada o banco da habitação, com R$ 26,6 bilhões. E em terceiro vem o Itaú Unibanco, com R$ 16,6 bilhões, seguido pelo Santander (R$ 12,4 bilhões) e pelo Banco do Brasil (R$ 3,4 bilhões).

Já em 2018, o Bradesco liderou a concessão de financiamentos, com desembolsos que totalizaram R$ 15,1 bilhões. A Caixa ficou em segundo lugar, atingindo R$ 13,2 bilhões, de acordo com a Abecip.

Um dos primeiros passos em direção ao sonho é realizar uma simulação de crédito imobiliário no banco de interesse. No caso do Bradesco, o simulador é https://banco.bradesco/html/classic/produtos-servicos/emprestimo-e-financiamento/encontre-seu-credito/simuladores-imoveis.shtm.

Modalidade

O acordo oferecido pela empresa tem prazo de até 360 meses e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O cliente pode também financiar até 80% do valor do imóvel e o comprometimento máximo da renda líquida sobre o valor das prestações é de 30%.

Além do mais, quem contrata leva os seguros de Morte ou Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI). O primeiro cobre o saldo em caso de falecimento, acidente, paralisia e mutilação. Ou seja, caso ocorra um deles, a garantia quita o trato com a instituição financeira e os herdeiros não precisam pagá-lo. Esse subsídio é calculado proporcionalmente aos titulares do acordo. O MIP também é calculado de acordo com a idade. Por isso, pessoas mais velhas terão uma transação mais cara, pois o risco é maior. Já o DFI cobre o valor do imóvel em caso de enchente, raios, incêndio, entre outras circunstâncias.

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Sistema de amortização

Por fim, o contratante tem a liberdade de escolher entre dois sistemas de amortização para seu financiamento: Sistema de Amortização Constante (SAC) ou Tabela Price.

O mais comum é o SAC. Por meio dele, o valor mensalmente amortizado é, como o próprio nome diz, constante. No entanto, um maior volume de juros é pago no início do empréstimo e, portanto, o custo das prestações é reduzido ao longo do tempo.

Caso o subsídio seja iniciado com uma parcela de, por exemplo, R$ 2 mil, no qual R$ 1 mil se refere ao principal e o restante é proporcional aos encargos e juros, na última prestação R$ 1 mil equivalerá a parte principal, mas um valor bem menor, como R$ 10 reais, será relacionado a encargos e juros.

Já na TP, também conhecida como Sistema Francês, o valor das parcelas é fixo e grande parte da primeira parcela é composta por encargos e juros, mas ao longo do tempo, o custo de encargos e juros diminui e o valor da amortização cresce. De qualquer forma, o valor da parcela se mantém fixo.

Com isso, a maior diferença entre os dois tipos fica por conta da variação das prestações. Pela TB, as primeiras parcelas são mais baixas em relação às do SAC. Contudo, como o abatimento dela é constante, em dado momento as prestações se tornam menores de tal forma que o saldo total do financiamento se torna mais barato.

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