Menos da metade dos fundos imobiliários (FIIS) negociados na B3 tiveram retornos positivos em maio, de acordo com um levantamento da Smartbrain, uma plataforma de controle e consolidação de investimentos. Esse foi o segundo pior mês em desempenho da classe de ativos em 2022, com apenas 46,63% dos FIIS com performance de alta em maio.

A rentabilidade dos FIIs em maio só não foi pior do que em fevereiro, quando apenas 40% dos fundos tiveram alta. Em abril, 70,09% deram lucro ao investidor, o melhor desempenho para a classe de ativos em um único mês neste ano.


O Diamante (DAMT11B) lidera a lista dos maiores retornos em maio, com uma valorização de 26,67%. Ele é seguido pela Brazilian Graveyard and Death Care (CARE11) e pelo Hectare CE FII (HCTR11), com altas de 22,25% e 8,38%, respectivamente.

O estudo levou em conta as variações das cotas e os rendimentos – também chamados de dividendos, que são os aluguéis. Além disso, foram considerados apenas os fundos com pelo menos 30 negociações (compra ou venda de cotas) durante o mês na B3 e que existem há mais de três meses.

No acumulado do ano, ainda de acordo com o estudo, 53,12% dos FIIs tiveram desempenho positivo em 2022. Os destaques foram: Brazilian Graveyard and Death Care (CARE11), fundo de cemitérios e serviços funerários que apresentou 68,59% de rentabilidade; a Energy Resort (EGYR11), com alta de 26,06%; e o The One (ONEF11), que rendeu 18,49%.

No período do começo da pandemia de covid19 – levando em conta o seu início em março de 2020 – até o final de maio de 2022, 37,06% dos fundos imobiliários tiveram desempenho de alta. Os três fundos no topo do ranking são: EUROPAR (EURO11), com rentabilidade de 43,47%; CSHG Prime Offices (HGPO11), alta de 38,54%; e o Hectare CE FII (HCTR11), que valorizou 36,65%.


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