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Descubra como é a luminária ideal para cada ambiente da casa

Na hora de repensar a iluminação dos ambientes, dezenas de opções podem confundir. Saiba para quê cada objeto funciona, como escolher a cor e o tom para deixar a casa mais acolhedora


Rafael Moura

10/12/2021 - 6 minutos de leitura

Atualizado 17/12/2021


Lâmpadas de LED ainda são a maior inovação quando se trata de economia/Crédito: Divulgação

Nos últimos dois anos, durante o isolamento, os moradores com mais tempo dentro de casa repararam mais em seus ambientes e repensaram maneiras para tornar os espaços mais confortáveis e aconchegantes. Investir na iluminação auxiliar, como abajures e luminárias, pode criar um clima de tranquilidade e mesmo demarcar espaços de leitura ou de refeições por meio da luz focal em alguns cantos do ambiente. 


De acordo com as arquitetas do Studio Tan-gram, Claudia Yamada e Monique Lafuente, um erro comum que algumas pessoas cometem é exagerar na quantidade de pontos luminosos. “Já vimos casos em que o proprietário quer colocar lustres, luminárias de chão e abajures em um mesmo ambiente. Esse excesso acaba causando um efeito ruim”, explica Claudia Yamada. “Outro erro é não pensar no tipo de iluminação que o objetivo requer e no que ela acrescenta à decoração. Com isso, o ambiente pode ficar menos acolhedor sem iluminar o que realmente precisa”, diz Monique. 

Lustre e pendente: qual a diferença?

Os antigos lustres com cristais e brilhos caíram em desuso nos últimos anos. Hoje, os lustres são mais contemporâneos e modernos, acompanhando a tendência cada vez mais minimalista na decoração. O lustre é um item grande, imponente, composto por mais de uma lâmpada, que apresenta ramificações e segue, principalmente, o estilo clássico. Na maioria das vezes é feito com metal, cristais ou vidro, além de possuir muitos detalhes e ser sustentado por cabos, correntes ou fios. Considerado como item de iluminação de efeito geral, o lustre é ideal para valorizar os ambientes como peça de destaque. 

Essa peça é diferente do pendente, que costuma ser pequeno ou médio, em alguns casos, e é composto por apenas uma lâmpada. A solução utiliza correntes, cabos ou fios para a sua sustentação e, em geral, representa o estilo moderno, contemporâneo ou industrial. Mas com tanta opção, fica difícil saber qual escolher, qual é o recomendado para cada ambiente. Por isso, separamos algumas dicas para você refletir e optar pela peça que pode trazer mais conforto visual na utilização de cada ambiente.

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Sala de estar

Segundo a arquiteta Carina Dal Fabbro, o ideal é identificar as atividades realizadas em cada lugar, os desejos dos moradores e equilibrar a luminosidade natural com a artificial. “Quando nos referimos à sala, que é um ambiente multiuso, a ideia é apostar na luz indireta, que é mais intimista e boa para quem vai ouvir música e desfrutar de momentos de descanso. Para a leitura, basta um abajur ou uma coluna de piso, com foco direto”, explica.

Carina lembra que o melhor em residências é optar pelas luzes mais amareladas ou neutras, que aquecem e acolhem. “Devemos evitar sempre que possível a luz branca, justamente por lembrar as luzes de hospitais, por exemplo. Sempre usamos amareladas ou neutras montando um projeto de iluminação harmonioso e acolhedor”, diz.

Sala de jantar

Se a ideia é destacar a mesa de jantar, recomendamos a instalação de pendentes retangulares ou redondos logo acima da mesa. Assim, garantimos uma boa distribuição luminosa. Os spots e a sanca (modelagem diferenciada no teto) também são uma ótima opção para compor a iluminação principal.

Quarto

Intimista e acolhedora: é assim que deve ser a luz do lugar onde relaxamos e dormimos. As variáveis ficam por conta do posicionamento e da escolha das luminárias. Luzes difusas ou indiretas, partindo de uma sanca (oculta), por exemplo, não ofuscam quem está deitado. Outro tipo de iluminação que costumamos utilizar com frequência são os plafons com distribuição uniforme e menos cansativa. 

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Abajures são uma boa opção para quem não abre mão de ter um ponto extra de iluminação para os momentos de leitura antes de dormir. São práticos, pois costumam ficar ao alcance das mãos para ligar e desligar quando for necessário.

Quarto do bebê

O ideal aqui é o rebaixamento do forro de gesso. Ele proporciona um ambiente mais acolhedor, tranquilo e confortável quando somado à iluminação indireta. Investir em pontos de luzes suaves e dimmers rotativos para regular a intensidade pode melhorar a experiência das crianças na hora dos cuidados noturnos. Em alguns casos, costumamos até mesmo criar um desenho de luz no teto e nas paredes.Além de ser visualmente agradável, luminárias infantis são objetos decorativos e ajudam as crianças a pegar no sono. Spots direcionados em conjunto com a iluminação indireta também podem criar efeitos divertidos.

Cozinha

Uma das exigências é selecionar lâmpadas com boa fidelidade na reprodução de cores (IRC), que atinjam um índice mínimo de 84% para a luz geral. Isso é importante para identificar as nuances exatas dos alimentos na fase de preparo.

Banheiros

O banheiro deve contar, sempre que possível, com uma iluminação difusa, que é mais suave e não gera sombras marcantes. O projeto luminotécnico deve privilegiar a claridade, tão necessária para atividades como tomar banho, barbear-se ou se maquiar.

  • Acima de banheiras, vale direcionar as lâmpadas para a parede e equipá-las com filtro que evite o ofuscamento dos olhos. 
  • Pode-se tirar proveito dos pendentes ou usar leds que destaquem espelhos e nichos. Em geral, as lâmpadas PAR 20 acendem sem piscar, têm boa reprodução de cor e aguentam a umidade. 
  • Inclua balizadores perto do piso (30 cm de altura), que ajudam a usar o espaço na madrugada sem despertar. 
  • Em lavabos, lance mão de recursos cênicos ou de luminárias sofisticadas.
  • No banheiro é indicado usar luzes neutras, não brancas, que trazem uma sensação relaxante.

Cor da luz

Para a profissional, a iluminação influencia as sensações dos moradores e exerce uma função importante. ”Uma iluminação correta na cozinha, por exemplo, com Índice de Reprodução de Cores (IRC) correta, ajuda na preparação dos alimentos, ajuda a ver corretamente as cores das comidas. Uma luz de preferência dimerizada no jantar ajuda a compor o clima mais intimista.

Economia de energia

A iluminação artificial é responsável por cerca de 20% do consumo total de uma casa. Então, equipá-la com as lâmpadas certas pode fazer muita diferença na conta de energia. Muito conhecidas no mercado, as lâmpadas de LED ainda se mantêm como a linha mais inovadora atualmente, quando o assunto é economia. “Essas lâmpadas são mais eficientes, possuem vida útil maior e são 80% mais econômicas do que uma lâmpada incandescente e 30% mais econômicas do que a fluorescente. Apesar de possuir um valor mais alto, é um investimento que vale a pena”, afirma a arquiteta. Automatizações e sensores de presença também são uma ótima alternativa para economizar energia.

Tendência 

“Observamos uma forte influência do minimalismo e do estilo industrial de maneira sofisticada na iluminação e acreditamos que esta é uma tendência que deve perdurar por mais alguns anos. Luminárias que não expõem diretamente de onde vem a luz — recursos de luz difusa ou rebatida — também tendem a ganhar espaço na decoração”, comentam Claudia Yamada e Monique Lafuente.

A automatização da casa aparece como forte tendência. “Não se trata de modismo. Apesar de ser comum entre os mais jovens e amantes da tecnologia, a praticidade de ter tudo automatizado e a um clique de distância tem conquistado todos os públicos”, diz Carina. Segundo a arquiteta, a modernidade da tecnologia pode e deve ser incluída nas decorações mais clássicas. Além de facilitar a vida dos moradores, traz conforto e até segurança, como é o caso das fechaduras eletrônicas.

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