Fazer um financiamento imobiliário nada mais é do que pegar o dinheiro emprestado com um banco para comprar um imóvel e pagar, em prestações e com juros, essa dívida, que pode se estender por até 35 anos.

O primeiro passo antes de conseguir o crédito é entender quais são as suas condições e em qual banco o serviço é mais atraente, seja ele público ou privado. O que muda são as condições de pagamento, a duração dos contratos, quanto do imóvel pode ser financiado e as taxas de juros.

Geralmente os bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, costumam ser a primeira opção dos compradores, já que apresentam taxas de juros mais atraentes. Algumas instituições financeiras oferecem uma ferramenta onde é possível simular o valor do empréstimo em sites ou aplicativos.

Achei o imóvel. E agora?

Com a moradia escolhida, chega o momento de solicitar o subsídio. Nessa hora é preciso apresentar os documentos pessoais no banco escolhido, entre eles RG, CPF, comprovante de residência e de renda mensal.

Após uma análise minuciosa e, não havendo pendências em nome do cliente, a solicitação é aprovada. O imóvel a ser financiado é avaliado por um corretor ou engenheiro do banco, que fazem uma confirmação do valor antes do contrato ser assinado.

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Opções oferecidas


São diversas as possibilidades disponíveis, como o programa Minha Casa Minha Vida, em que o Governo Federal facilita a aquisição do bem por meio da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil.

Para quem está sem pressa de fechar o negócio, existe também o consórcio. A modalidade consiste no agrupamento de pessoas, físicas ou jurídicas, para fazer uma espécie de poupança de um valor predeterminado, que é pago em parcelas mensais.

Uma administradora fica responsável por gerenciar esse dinheiro. No fim do pagamento das parcelas, os participantes recebem uma carta de crédito que poderá ser utilizada na compra do imóvel.

Já para quem pretende adquirir um imóvel que supere o valor de R$ 500 mil e almeja pagar as prestações em pouco tempo, o financiamento direto com a construtora costuma ser a melhor opção.

O benefício dessa escolha é que o cliente pode dar uma entrada na compra do imóvel menor do que a exigida pelos bancos, e, caso aconteça algum imprevisto financeiro, existe mais facilidade para negociação das parcelas.

A desvantagem de financiar direto com a construtora é a cobrança do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), levando a um aumento do preço final do imóvel.