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Qual tipo de investimento imobiliário combina mais com você?

Curto ou longo prazo? Financiamento ou taxa administrativa? Descubra os prós e contras dos imóveis residenciais, comerciais ou fundos imobiliários

  • (1.0)

Da Redação

11/05/2021 - 0 minutos de leitura


Mercado imobiliário tem opções para quem tem baixo, médio e alto potencial para investimento, com rentabilidade de curto ou longo prazo/ Crédito: Getty Images
Zukerman leiloa 280 imóveis n...

21/06/2021 16:00 até 22/06/2021 03:00


O ditado é antigo e até hoje guia os investimentos de muita gente Brasil afora: “quem compra terra não erra”. No entanto, o mercado imobiliário mudou tanto que comprar terra pode significar um terreno, uma casa, um apartamento, uma sala comercial ou mesmo uma cota em um fundo imobiliário.

Investir em imóveis é, antes de tudo, a realização de um sonho: garantir uma casa em seu nome e assegurar patrimônio para o futuro. “No Brasil, temos um déficit habitacional elevado, então investir em imóveis é uma das alternativas mais seguras e interessantes”, analisa José Paulo Richter, diretor da empresa de consultoria imobiliária Richter Gruppe. “Este pode ser o passaporte para o mundo dos investimentos e construção de patrimônio e pode, inclusive, contribuir para a gestão financeira da família.”

Historicamente, a rentabilidade dos imóveis se constrói no longo prazo, seja com a recuperação em aluguéis, seja na valorização e venda do bem em si. Quem espera lucrar rápido está muito mais exposto ao risco. No Brasil, desde 2015, a média nacional da evolução dos recursos alocados em imóveis está perdendo para a inflação, de acordo com o índice FipeZap, que calcula mensalmente as variações dos preços de residências em 50 cidades brasileiras.

A pandemia colaborou com este cenário, sobretudo para o setor de imóveis comerciais e corporativos. Salas comerciais e shopping centers perderam valor. “Nos últimos anos tivemos uma grande oferta de torres corporativas e os investidores foram atraídos pela demanda daquele momento”, recorda José Paulo. “Este cenário vem se transformando e, com isso, esse modelo de negócios precisa se adaptar a esta nova realidade. Alguns deles já estão se tornando atrativos novamente, de acordo com a tendência atual.”

Por outro lado, os fundos de investimento imobiliário vêm se saindo bem na crise. Aqueles que apostaram na valorização de galpões de armazenamento e logística tiveram um ótimo 2020 – embora os que alocaram recursos em centros comerciais tenham derrapado.

De todo modo, os FIIs têm a vantagem de ser muito mais acessíveis (é possível investir a partir de R$ 500), podem ser vendidos a qualquer momento e seus rendimentos estão menos expostos a risco do que um aluguel. Mas isso tem um custo: pela média do mercado, paga-se de 0,8% a 1,3% dos ganhos com taxa de administração ao fundo gestor.

Não menos importante é ter em mente: não coloque todos os ovos na mesma cesta. “O investidor de imóveis não deve ser afobado”, recomenda Richter. Ele sugere que, no máximo, apenas 50% do patrimônio deve ser investido em imóveis. Já no mercado de fundos e investimentos, recomenda-se não ultrapassar os 15% no mix de ativos.

Faça o quiz a seguir e descubra qual a melhor escolha para você.

Residenciais, comerciais, fundos ou melhor aguardar?


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  • Cláudia Aciari
    Há 3 dias

    Eu gostaria de saber se os FIIs por uma corretora tem garantia de 250 mil, por CPF e por instituição?


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