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Janeiro registra 0,30% de alta no preço de imóveis residenciais

Índice FipeZap+ mostra que primeiro mês do ano mantém a tendência positiva de 2022

Por:Breno Damascena 06/02/2023 2 minutos de leitura
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Vitória, capital do Espírito Santo, tem o metro quadrado mais caro do País/ Crédito: Getty Images

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O ano de 2023 começou com um aumento de 0,30% no valor médio dos imóveis residenciais no Brasil. É o mesmo crescimento apurado em dezembro de 2022, o que indica um momento de estabilidade de preços. De acordo com o Índice FipeZAP+, realizado pelo DataZAP+, a maior variação positiva foi registrada em Contagem (MG), com uma alta de +1,89%. Enquanto isso, a maior queda foi vista em Vitória (ES). 

Já entre as capitais, a alta mais significativa foi indicada em Campo Grande (+1,52%), seguida por Goiânia (+1,30%) e João Pessoa (+1,14%). Das 16 capitais monitoradas pelo índice, apenas Vitória (-2,24%) registrou queda. No entanto, a cidade continua com o 3º metro quadrado mais caro do País em janeiro (R$ 10.444/m²), atrás apenas de Balneário Camboriú (R$ 11.534) e Itapema (R$ 10.614), ambas em Santa Catarina. 

Entre as capitais, o município capixaba é seguido por São Paulo (R$ 10.226/m²), Rio de Janeiro (R$ 9.859/m²), Florianópolis (R$ 9.690/m²) e Brasília (R$ 8.797/m²). Já as capitais com menor preço de venda residencial são Campo Grande (R$ 5.305/m²), João Pessoa (R$ 5.463/m²), Salvador (R$ 5.560/m²), Manaus (R$ 5.877/m²) e Goiânia (R$ 6.259/m²). 

CidadePreço/m²
Balneário Camboriú (SC)R$ 11.534,00
Itapema (SC)R$ 10.614,00
Vitória (ES)R$ 10.444,00
São Paulo (SP)R$ 10.226,00
Rio de Janeiro (RJ)R$ 9.859,00
Florianópolis (SC)R$ 9.690,00
Itajaí (SC)R$ 9.357,00
Brasília (DF)R$ 8.797,00
Barueri (SP)R$ 8.719,00
Curitiba (PR)R$ 8.548,00
Belo Horizonte (MG)R$ 7.654,00
São Caetano do Sul (SP)R$ 7.439,00
Vila Velha (ES)R$ 7.311,00
Recife (PE)R$ 7.261,00
Maceió (AL)R$ 7.181,00
Fortaleza (CE)R$ 6.853,00
São José dos Campos (SP)R$ 6.790,00
Osasco (SP)R$ 6.763,00
Niterói (RJ)R$ 6.753,00
Porto Alegre (RS)R$ 6.543,00
Santo André (SP)R$ 6.433,00
Goiânia (GO)R$ 6.259,00
São José (SC)R$ 6.005,00
Joinville (SC)R$ 5.949,00
Santos (SP)R$ 5.941,00
Diadema (SP)R$ 5.911,00
Manaus (AM)R$ 5.877,00
Guarulhos (SP)R$ 5.744,00
Campinas (SP)R$ 5.722,00
São Bernardo do Campo (SP)R$ 5.633,00
Guarujá (SP)R$ 5.608,00
Salvador (BA)R$ 5.560,00
Blumenau (SC)R$ 5.501,00
João Pessoa (PB)R$ 5.463,00
Campo Grande (MS)R$ 5.305,00
Praia Grande (SP)R$ 5.088,00
Jaboatão dos Guararapes (PE)R$ 5.021,00
Canoas (RS)R$ 4.884,00
Caxias do Sul (RS)R$ 4.873,00
Santa Maria (RS)R$ 4.808,00
São José do Rio Preto (SP)R$ 4.806,00
Novo Hamburgo (RS)R$ 4.541,00
Contagem (MG)R$ 4.461,00
Londrina (PR)R$ 4.393,00
Ribeirão Preto (SP)R$ 4.383,00
São Leopoldo (RS)R$ 4.327,00
São José dos Pinhais (PR)R$ 4.326,00
São Vicente (SP)R$ 4.161,00
Pelotas (RS)R$ 4.088,00
Betim (MG)R$ 3.598,00
Fonte: Índice FipeZAP+

“A expectativa é de que o mercado perca força nos primeiros meses porque a taxa de juros continua alta e o mercado de trabalho começa a desacelerar”, analisa o economista do DataZAP+, Pedro Tenório. “Em um cenário de inflação controlada, com queda na taxa de juros, a expectativa é de que os preços dos imóveis residenciais comecem a reagir mais para o fim do ano, ficando muito em linha com esses 6% do índice geral”, comenta. 

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No entanto, ele indica que esses valores estão diretamente ligados à evolução da taxa de juros. “Com a inflação alta, o mercado de venda de imóveis deve sofrer mais, com crescimento próximo de 3%”, acredita Tenório.

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