De ideia inovadora a um negócio lucrativo, Riviera de São Lourenço agora quer alcançar o status de primeira moradia, mas precisa superar alguns desafios.
Criada em 1982 pela Sobloco Construtora, a Riviera é apontada como o maior projeto de desenvolvimento urbano do litoral brasileiro.
São duas mil casas e 11 mil apartamentos distribuídos em 256 edifícios. O bairro também possui um shopping e é responsável pela geração de seis mil empregos de forma direta.
“Ainda faltam os hotéis, o desenvolvimento de comércios na estrada e novos lotes para ocupação uni e plurifamiliar”, detalha Luiz Almeida, diretor da construtora.
Entre as iniciativas previstas para o crescimento do condomínio também está a construção de salas de escritórios.
O objetivo é atrair um público interessado em se mudar definitivamente para a região. A estratégia é impulsionada pela expansão observada durante a pandemia, quando cerca de 30 mil pessoas passaram a frequentar o bairro diariamente.
“Foi um divisor de águas. Tínhamos uma população de 7 a 8 mil pessoas diariamente. No final de semana, subia para cerca de 10 mil. No ponto crítico da pandemia, durante a quarentena, o número triplicou”, relata Almeida.
Com as novas dinâmicas de trabalho estimuladas pela pandemia, o condomínio começou a desenvolver estratégias para se tornar mais do que a casa de final de semana.
“O público de Riviera é constituído majoritariamente de compradores de São Paulo e do interior, mas entendemos que existe potencial para quem deseja passar mais tempo aqui”, explica.